quinta-feira, 19 de agosto de 2010

#10 LETTER TO SOMEONE YOU DON'T TALK AS MUCH AS YOU'DE LIKE TO

Nesta carta não vou mencionar o nome da pessoa em questão por questões que só a mim dizem respeito, mas mencionarei a inicial do seu nome.

Minha querida J,

Sinto a tua falta de uma forma que não sei explicar, desde a primeira vez que te vi achei logo que tinha que te conhecer melhor, que tínhamos que ser amigas. E não tardou muito até começarmos a falar e, consequentemente, ficarmos amigas, as melhores amigas. Entendíamo-nos como ninguém mais se entendia, defendíamo-nos como mais ninguém se defendia, eras simplesmente a pessoa mais querida que eu já tinha conhecido.
Mas as coisas mudaram e foram, maioritariamente, por minha culpa, porque eu é que ditei a diferença, eu é que ditei ali, o fim. Estávamos distantes, estávamos diferentes, já não nos falávamos como antes, as nossas vidas tinham seguido rumos diferentes e opostos. Mas à medida que o tempo passou, a saudade aumentou e não mais parou. Eu tenho tentado recuperar o que antes era nosso, mas não estou a conseguir mais, acho que remar contra a maré cansa se for demasiado tempo.
Ainda assim, espero que um dia tudo isto volte a ser o que um dia foi.
Tenho saudades tuas e continuo a gostar muito de ti (L)

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