sexta-feira, 12 de abril de 2013
Carta #2
Eu não duvido de rigorosamente nada do que se passou. Se calhar sou burra por não o fazer, não sei... Continuo a ver que coisas estranhas se passam. Falta alguma peça no puzzle inteiro.
Mas ainda assim, não consigo fechar os olhos ao que se passou e ao que se continua a passar. Eu protegi.te sim, continuaria a fazê-lo se sentisse que o estavas a fazer também. Mas não! Acho que estás mais numa de manter a tua, de seguir com a tua vida "mentirosa" e de pouco quereres saber acerca do resto. Há coisas que eu não gosto, não gosto que as pessoas quebrem as suas palavras, que digam uma coisa e façam outra... É isso! As coisas têm sempre que ser assim mesmo! Eu, por cá, continuo a fazer a minha vida como até aqui fiz, a sair com quem me faz bem, a divertir-me e, sobretudo, a ser feliz! Porque, acima de tudo, eu sou feliz!
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