segunda-feira, 15 de abril de 2013

Nunca fez tanto sentido!

Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci

Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti

E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só

Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...

Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir
E se perder, vou tentar esquecer-me de vez
Conto até três, se quiser ser feliz

The Gift - Primavera

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Carta #2


Eu não duvido de rigorosamente nada do que se passou. Se calhar sou burra por não o fazer, não sei... Continuo a ver que coisas estranhas se passam. Falta alguma peça no puzzle inteiro.
Mas ainda assim, não consigo fechar os olhos ao que se passou e ao que se continua a passar. Eu protegi.te sim, continuaria a fazê-lo se sentisse que o estavas a fazer também. Mas não! Acho que estás mais numa de manter a tua, de seguir com a tua vida "mentirosa" e de pouco quereres saber acerca do resto. Há coisas que eu não gosto, não gosto que as pessoas quebrem as suas palavras, que digam uma coisa e façam outra... É isso! As coisas têm sempre que ser assim mesmo! Eu, por cá, continuo a fazer a minha vida como até aqui fiz, a sair com quem me faz bem, a divertir-me e, sobretudo, a ser feliz! Porque, acima de tudo, eu sou feliz!